Obrigada pela Paciência

Cansada. Muito cansada. A precisar de um abraço que me corte a respiração de tão apertado que é. Venha, eu espero por si.

Hoje não há história. Melhor, há. Não é é uma história que lhe queira contar. Não hoje. É daquelas que escrevi e não quero partilhar. Ainda não. Não por ser triste ou feliz, mas por ser das que enternecem e dão vontade de ser 'ele' ou 'ela'.  Porque hoje não quero ser este 'ela' e este 'ela' é sempre moldado à minha imagem, não lhe dou a conhecer as páginas que tenho aqui  em frente, escrevinhadas com muito amor por um 'ele' que está em constante evolução. Hoje não quero mostrar uma parte de mim com que no presente momento não me identifico. Parece falso publicar agora histórias de afecto e carinho, de admiração e de profunda entrega, de toques e de beijos e de almas que se tornam infinitas.  Não seria justo para mim.
Esta cabeça que escreve, porque (com muita pena assumida) não sabe criar música, estima-o muito. O que lê as parvoíces que esta alma escreve (algumas das) é especial por não as achar parvoíce. Só por isso já lhe devo mil obrigados. Como são muitos para dar de uma vez, aqui vai o primeiro: obrigada.

publicado por verbistantum às 00:30 | link do post | comentar